Parceiro técnico para agências que vendem sites e sistemas
A sua agência vende, apresenta e mantém o relacionamento. A CRATON executa a parte de engenharia e não aparece para o cliente final. Um projeto por vez, com escopo fechado por escrito antes de começar.
Toda agência já viveu uma destas duas histórias
Nenhuma delas é sobre tecnologia. As duas são sobre não ter, na hora certa, alguém de confiança para executar. É o problema que esta parceria existe para resolver, e é por isso que a conversa começa por aqui.
A oportunidade que você recusou
O cliente pediu um site que precisava de renderização no servidor, de integração com um sistema de terceiro ou de um painel para ele mesmo publicar, e a resposta teve de ser não. Não porque a agência não soubesse vender aquilo, mas porque não havia quem executasse. O orçamento existia, o prazo existia, e ele foi embora inteiro para outra empresa.
O fornecedor que estragou o projeto
A segunda história é pior, porque o cliente já era seu. O freelancer sumiu no meio, o prazo estourou sem aviso, o que voltou não passou na revisão e quem deu a cara para o cliente foi a agência. Terceirizar deixou de ser economia e virou risco de reputação, e o custo real não foi o valor do serviço: foi a conversa que veio depois.
Uma parceria de projeto e uma de recorrência
A maioria das parcerias de desenvolvimento para em executar projeto, que entra no caixa uma vez e sai da conta no mês seguinte. A segunda camada é a que muda a linha de receita da agência, e ela só faz sentido depois que a primeira provou que dá para confiar.
Execução de projeto
A CRATON constrói o site ou o sistema e a agência entrega com a marca dela. Você mantém o relacionamento, a conta e a apresentação; nós ficamos na engenharia, sem aparecer para o cliente final. O escopo é fechado por escrito antes de começar, com marcos intermediários e prazo combinado, e a conversa técnica é com você, nunca direto com o seu cliente.
Natureza: Caixa pontual. É a porta de entrada e é onde a confiança se prova.
Publicação e manutenção contínua
Depois que o site entra no ar, o cliente da agência publica artigo e atualiza conteúdo por um painel próprio, e a CRATON cuida de hospedagem, domínio, atualizações, monitoramento e segurança. Uma carteira de doze clientes de site deixa de ser doze projetos entregues e passa a ser doze assinaturas de manutenção, faturadas todo mês sem precisar vender projeto novo.
Natureza: Recorrente. É a camada que muda a economia da agência, não só o caixa do mês.
Do briefing à entrega, em três passos
Sem processo de agência grande, sem reunião de alinhamento sobre a reunião de alinhamento. O que existe é escopo escrito, ambiente de revisão no ar e uma pessoa respondendo.
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Você manda o escopo
Um briefing curto, o PDF que o cliente enviou ou um print de conversa já bastam para começar. Respondemos com viabilidade, prazo e valor de parceiro, normalmente no mesmo dia. Se o projeto não for para a nossa casa, dizemos isso na primeira resposta em vez de aceitar e improvisar depois.
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A gente executa e você acompanha
Ambiente de revisão no ar desde a primeira semana, com um endereço que você mostra ao cliente quando quiser. Você fala com quem está escrevendo o código, e não com um atendimento no meio do caminho, então uma dúvida técnica se resolve na mesma mensagem.
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A agência entrega com a marca dela
A publicação acontece no ambiente que você indicar e a apresentação ao cliente é sua. A partir daí a conversa passa a ser sobre manter no ar e evoluir, que é onde a camada 2 começa.
Duas entregas em produção, não um portfólio de vitrine
A CRATON não ganha de uma software house grande em volume nem em histórico, e não é isso que está sendo oferecido. O que existe aqui é profundidade técnica num recorte estreito, com dois projetos rodando de verdade e com autorização de uso público.
Um site jurídico que a cliente publica sozinha
Site com renderização no servidor, blog gerenciável, dados estruturados e integração com o Google Business. As impressões orgânicas cresceram por volta de dez vezes desde o trabalho de SEO. O sinal que mais interessa a uma agência é outro: a advogada escreveu, configurou e publicou o primeiro artigo dela sozinha, sem nenhuma intervenção nossa. É exatamente o que tira a agência do meio da operação de conteúdo do cliente.
Ver o case completoUm ERP que emite nota fiscal de verdade
Um brechó que controlava tudo em cadernos hoje opera um sistema desktop com emissão de NF-e e NFC-e integrada à SEFAZ, com 63 endpoints reescritos em Rust e atualizações que chegam remotamente. São quatro gerações completas de sistema em cerca de três anos. Serve para dizer, sem adjetivo, que a casa não faz só site.
Ver o case completoUm projeto de agência por vez
Não dois. A CRATON é uma casa pequena e o número está escrito aqui antes de qualquer pergunta, porque é a informação que decide se vale começar a conversa. Agência que precisa de fila cheia e três frentes simultâneas tem fornecedor melhor do que este, e saber disso na primeira leitura vale mais para os dois lados do que descobrir no meio de um prazo.
Quando a fila está ocupada, a resposta é uma data, não um talvez. É o oposto exato da segunda dor lá em cima, e é a única forma honesta de prometer prazo: prometendo menos do que se poderia vender.
O que as agências costumam perguntar
Vocês falam direto com o meu cliente?
Não, a menos que a agência peça. O canal padrão é entre a CRATON e a agência, e a entrega sai com a marca de quem vendeu. Quando uma conversa técnica com o cliente final ajuda, ela acontece com você presente e no formato que você definir.
Qual é a capacidade real de vocês?
Um projeto de agência por vez. Está escrito aqui de propósito, antes de alguém perguntar: prometer disponibilidade que não existe é exatamente o que produz o fornecedor que some no meio do caminho. Quando a fila está cheia, a resposta é uma data, não um talvez.
Como funciona o preço para agência?
Existe uma tabela de parceiro, diferente da tabela de cliente final, e ela é fechada antes da primeira conversa em vez de ser inventada na chamada. O valor de cada projeto sai em proposta depois do escopo definido, e a agência sabe a margem dela antes de apresentar ao cliente.
E se o meu cliente quiser trocar de fornecedor depois?
O conteúdo e o domínio são do cliente desde o primeiro dia, e na saída ele leva uma versão completa, limpa e funcional do site, pronta para ser publicada em outro provedor. Parceria que prende cliente por dependência técnica não se sustenta, e quem pagaria essa conta seria a agência que indicou.
Vocês atendem fora do interior de São Paulo?
Sim. O trabalho é remoto e o relacionamento é por chamada e por escrito. Proximidade geográfica não é requisito para nada do que fazemos, e nenhum dos projetos entregues até hoje dependeu de visita presencial.
Manda o escopo que a gente responde hoje
Um briefing curto já basta: o que o cliente pediu, para quando, e o que a agência já tem pronto. Quem responde é quem desenvolve, e a primeira resposta traz viabilidade e prazo, não um pedido de reunião.
Se preferir, dá para começar contando só o tipo de projeto que costuma aparecer e sair da sua mão. Conversa exploratória também serve.