
Marketing jurídico: o que pode e o que não pode no site de um advogado
O que o Provimento 205/2021 permite, proíbe e deixa em zona cinzenta no site de um escritório, item por item.
Educação e bastidores técnicos: por que a abordagem sob medida rende, como um site ranqueia de verdade e o que aprendemos construindo sistemas reais.

O que o Provimento 205/2021 permite, proíbe e deixa em zona cinzenta no site de um escritório, item por item.

A mesma frase "quero um site" produz orçamentos de R$ 800 e de R$ 20.000 porque são produtos diferentes com o mesmo nome. As cinco variáveis que explicam a diferença, e como identificar a sua faixa antes de pedir proposta.

Existe uma ordem que dá retorno no marketing jurídico de um escritório pequeno, e ela quase nunca é a ordem por onde se começa. O que fazer primeiro, o que deixar para depois e quanto tempo cada coisa leva de verdade.

Perfis em redes sociais e no Jusbrasil ajudam o advogado a ser visto, mas o alcance é emprestado e as regras não são dele. O site próprio é a base que ele controla, onde o conteúdo vira autoridade duradoura e encontrável no Google.

A história do sistema que nasceu para aposentar os cadernos de um brechó e cresceu junto com o negócio, até emitir nota fiscal de verdade.
O blog da CRATON existe para responder pergunta de quem está decidindo, não para publicar novidade. A maioria dos textos nasce de um problema que apareceu em projeto real: um site correto que não aparecia na busca, um controle de estoque que não fechava com a nota fiscal, uma pergunta de custo que ninguém tinha respondido direito.
Quem lê são dois perfis. O advogado ou o escritório que precisa ser encontrado por quem procura um advogado, e o dono de comércio ou de serviço que já sentiu o limite da planilha. Se você não é nenhum dos dois, é provável que os textos daqui não sirvam, e isso é proposital: escrever para todo mundo é escrever para ninguém.
A cadência é de um artigo por mês. É pouco de propósito. Cada texto é lido linha a linha antes de entrar no ar, e o que não sobrevive a essa leitura fica de fora. Nenhum artigo publica número de cliente sem autorização, e nenhum promete resultado que a CRATON não tenha medido.